Escola de Negócios

Em Portugal, por dia, abrem cerca de 110 novas empresas, das quais 48% fecham antes de fazerem 3 anos.
No ano passado, foram abertas 37.307 novas empresas.
Por isso, com a “Escola de Negócios”, pretendemos formatar cursos que supram os problemas mais comuns que surgem no caminho dos empreendedores.
Na maioria das vezes, o empresário não toma a melhor atitude por mera falta de informação. E é aqui que nós atuamos.
Numa empresa, a diferença entre o fracasso e o sucesso pode ser uma linha muito ténue, em que as pequenas coisas podem fazer a diferença.

Uma vez, perguntaram ao dono do Hotel Hilton, quais as principais razões do sucesso da sua cadeia de hotéis. A resposta dele foi simples: “localização, localização, localização”.

tem uma ideia de negócio?

Nós ajudamos a torná-la realidade. Apoio total em todas as fases.

“Tudo o que um sonho precisa para ser realizado, é alguém que acredite que ele possa ser realizado.”

Roberto Shinyashiki
Psiquiatra e Empresário

Público-alvo:

  • Em especial os recém-licenciados;
  • O empreendedor que já tem a sua empresa formada, mas enfrenta dificuldades;
  • Pessoas que querem ter o seu próprio negócio, inclusive interessados em franchising (possíveis franchisadores ou franchisados);
  • Desempregados;
    Os funcionários das empresas, que precisam de ter atitudes empreendedoras – o chamado intra-empreendedorismo.

NOTA: As universidades não formam os estudantes para serem empreendedores, mas sim para arranjarem um bom estágio, e serem funcionários. Não para criarem a sua própria empresa.
Exemplo: um médico sai da universidade pronto a exercer medicina, mas sem nenhuma noção de como montar/gerir um consultório/clínica.

Perfil do aluno:

  • Iniciativa e gosto por aprender;
  • Empreendedor;
  • Alguém que procura a diferença;
  • Resistente perante adversidades.

Acreditamos que, a estas qualidades intrínsecas, se associam outras que são “ensináveis” e precisam de ser aprendidas, como a administração do negócio e o conhecimento técnico.

Qual a lacuna que se pretende preencher?

A lacuna que pretendemos preencher, é possibilitar o “estágio” do empreendedor antes deste começar, de facto, o seu próprio negócio.
A principal causa do encerramento de tantas empresas é, precisamente, o facto do empresário ter de aprender na prática, já com o seu negócio em funcionamento. Desta forma, a empresa torna-se a cobaia, bem como, muitas vezes, os funcionários ou o próprio empresário.
Por isso, a ideia passa por criar, na própria “Escola de Negócios”, algumas empresas virtuais, entre indústrias, comércio e serviços, como uma gráfica ou um restaurante.
Assim, poderemos simular, de uma forma segura, algumas das situações mais complexas que ocorrem no dia-a-dia das empresas, como por exemplo: negociações com bancos para pedidos de empréstimo, saber lidar com um cliente mais impaciente, despedimento de funcionários, etc.

Exemplo dos conteúdos programáticos de um curso:

  • Perfil do empresário e motivação pessoal e empresarial;
  • A estrutura empresarial portuguesa;
  • Sistemas de incentivo à criação do próprio emprego;
  • Trâmites legais e logísticos para a criação de uma empresa;
  • Projetos de investimento;
  • Como lidar com os organismos públicos;
  • As áreas funcionais da empresa;
  • Gestão de equipas;
  • Negociação com bancos e fornecedores;
  • Divulgação da empresa (noções de marketing e publicidade);
  • Reinvestimento e expansão.

Objetivo final:
Tentar eliminar o “vício português” do “abre-se e depois logo se vê”, e fazer com que as pessoas saiam do curso conscientes do que significa criar uma empresa e gerir o seu próprio negócio com sucesso.

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